domingo, 18 de março de 2007

analogias, contos e outros discursos da mariposa.com

Dentre todos os seres vivos que compõem este terceiro planeta do sistema solar, os que passam por uma transformação no mínimo curiosa são os seres que sofrem do processo de metamorfose, ou seja, vêm ao mundo de forma simples (não-complexa), passando pelo intermédio do casulo para o desenvolvimento isolado, e assim poder exercer um diferente aspecto, o que na ciência biológica, chamamos de metamorfose indireta.
Este atributo é encontrado em sua maior parte em insetos e anfíbios, de diferentes formas. Mas em questão me instiga os holometabólicos. Os que passam pelas 4 fases bem distinguidas:
o ovo, a larva, o casulo e a forma adulta. E as 3 espécies que por possuírem caraterísticas parecidas e que vale o esforço de estudá-las pela beleza de sua história vital são as Borboletas, as Efémeras e as Mariposas.

Metamorfose.

Esta especificidade inigualável de amadurecimento de um ser terráqueo me faz pensar em diferentes formas, contextos, texturas e cor do processos metamorfósicos que nós, seres humanos, passamos durante o decorrer da nossa existência.
E de qual espécie somos nós?
Efêmeros, Vivazes, ou Noturnos?
Que fase nos encontramos de nossa própria metamorfose?
ovo? somos larvas buscando instintivamente algo que não é de nosso conhecimento? estamos dentro de um casulo? ou já somos formas adultas? Creio eu que cabe a cada um com seu devido analista pensar e refletir sobre o que és e em que tipo de habitat social estás inserido.

Dentro deste jogo de palavras e cores; entre uma analogia, contos e alguns discursos; e na medida em que minha razão e pensamento lógico me permite organizar um raciocínio, nada mais faço que escrever.

pois asas somente temos dentro de nosso inconsciente artístico, e olhe lá.

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